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1ª e 2ª Praça no Leilão de Imóvel: O Que Muda?

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Por que existem duas praças

A lei garante ao devedor duas chances de o imóvel ser vendido pelo melhor valor possível antes de aceitar um lance bem abaixo da avaliação. Por isso, o mesmo bem costuma ser anunciado duas vezes: a 1ª praça, com lance mínimo igual (ou próximo) ao valor de avaliação oficial, e a 2ª praça, com um mínimo reduzido, caso ninguém arremate na primeira data.

Quanto costuma cair o valor na 2ª praça

Não existe um percentual fixo em lei — cada edital define sua própria regra, mas na prática a maioria fica entre 50% e 70% do valor de avaliação na 2ª praça. É justamente essa diferença que costuma concentrar o maior volume de interesse de investidores.

Existe um valor mínimo absoluto?

Sim — o Código de Processo Civil veda o chamado 'preço vil', ou seja, um lance considerado baixo demais mesmo pra 2ª praça (na ausência de definição no edital, a jurisprudência costuma usar 50% da avaliação como referência). Um lance abaixo desse limite pode ser recusado pelo juiz mesmo que tenha sido o maior oferecido.

Estratégia: vale esperar a 2ª praça?

Depende do imóvel e da concorrência. Esperar a 2ª praça pode significar um desconto maior, mas também mais gente de olho na mesma oportunidade — e o risco de o imóvel ser arrematado já na 1ª, se o preço estiver muito atrativo. Acompanhar as duas datas com atenção, e ter clareza do seu valor máximo antes da praça, é o que evita decisões impulsivas no calor do lance.

Cada oportunidade curada pela ZENTRAL mostra as duas datas de praça já organizadas, junto com o histórico de desconto e os pontos de atenção identificados no edital — pra você decidir com informação, não no impulso.

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