1. Escolha o imóvel e leia o edital completo
Antes de qualquer coisa, o edital é o documento que manda — ele define valor mínimo, condições de pagamento, situação de ocupação e eventuais ônus do imóvel. Pular essa leitura é o erro que mais gera dor de cabeça pra quem está começando.
2. Faça o cadastro no site do leiloeiro
Cada leilão é conduzido por um leiloeiro público, e a habilitação pra dar lances acontece no site dele — normalmente com envio de documentos pessoais (CPF, RG, comprovante de residência) pra validação prévia.
3. Participe da praça (online ou presencial)
A maioria dos leilões hoje acontece de forma híbrida ou 100% online, com lances em tempo real até o fechamento da praça. Fique atento à 1ª e 2ª data — se ninguém arrematar na primeira, o valor mínimo cai na segunda, geralmente entre 50% e 70% da avaliação.
4. Pagamento e comissão do leiloeiro
Após vencer o lance, o pagamento segue o que estiver definido no edital: à vista, ou em algumas modalidades com parcelamento previsto judicialmente. Além do valor do imóvel, é comum haver uma comissão do leiloeiro (normalmente entre 3% e 5% do valor arrematado), que é um custo separado a considerar no seu orçamento.
5. Auto de arrematação e imissão na posse
Depois do pagamento, o juiz assina o auto de arrematação — o documento que formaliza a transferência do bem. Em alguns casos, se o imóvel estiver ocupado, pode ser necessário um processo de imissão na posse, o que vale checar antes de arrematar.
Um lance mal calculado custa caro — a curadoria ajuda a evitar isso
Calcular se um lance realmente compensa depende de cruzar o desconto oferecido com o custo de eventual financiamento ou reforma, e com o risco identificado no próprio edital. É exatamente esse cálculo que o dossiê completo da ZENTRAL organiza pra cada oportunidade, incluindo simulador de proposta parcelada com os valores reais do imóvel.